
De acordo com o resultado do laudo, o assassino confesso tentou estrangular a médica com o colar dela, feito de pedras e nylon. Rita de Cássia apresentava ainda sinais de socos no rosto e marcas de atropelamento. Segundo a polícia, o carro fez sucessivos movimentos de ida e volta por cima da vítima, mas não foi possível precisar quantas vezes a médica foi atropelada.
Os peritos confirmaram que Gilvan Cléucio tentou estuprar a vítima, mas não conseguiu e, com raiva, acabou matando-a. A tentativa de estupro, segundo o laudo, ficou comprovada já que a médica estava com o vestido suspenso e a calcinha abaixada.
Estiveram presentes na divulgação do laudo na sede da Polícia Civil, na Praça da Piedade, o delegado-geral da Polícia Civil, Joselito Bispo, além da delegada da delegacia de homícidios, Andréa Barbosa Ribeiro, responsável pelo caso.
Primeiro laudo
O resultado do primeiro laudo do assassinato da médica apontou que ela morreu por traumatismo craniano e afundamento torácico provocados pelo atropelamento. Ela foi sequestrada com a filha no estacionamento do Shopping Iguatemi, no dia 6 de agosto, e encontrada morta próximo a São Sebastião do Passé. A criança foi liberada com vida.
O CASO

A criança foi encontrada dormindo, trancada dentro do carro. De acordo com o PRF, os bandidos abandonaram o veículo por falta de combustível.
A criança foi levada para o posto policial de Simões Filho e, em seguida, os policiais conseguiram localizar o pai, por meio da placa do carro. Horas depois, no começo da noite, os policiais encontraram o corpo da médica na estrada que liga a BR-324 ao município de Santo Amaro da Purificação. Segundo informações PRF, os bandidos podem ter arremessado a mulher para fora do veículo.
Ao ver o corpo, o marido confirmou que se tratava da esposa, Rita de Cássia Martins. Conforme a PRF, a identidade do pai foi preservada e a criança foi levada ao posto da PRF, juntamente com outros familiares da vítima. A polícia informou que ainda não tem pistas dos bandidos.
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